Evangelho terapêutico
É inegável
que estamos diante de uma geração que prefere conforto à confronto. Muitos
querem um Deus que consola, mas não trata o caráter. Um Jesus que abraça, mas
não corrige. Uma fé que alivia a culpa, mas não transforma o coração. Estamos
transformando o Evangelho em autoajuda? Ou ainda acreditamos que ele é poder de
Deus para transformação? O Evangelho de Jesus consola, sim. Mas também
confronta. Perdoa, mas também chama ao arrependimento. Ama incondicionalmente,
mas não negocia a verdade. A cruz não foi um discurso motivacional neurolinguístico.
Foi sacrifício. Foi renúncia. Foi mudança de rota. Como está escrito em Atos
dos Apóstolos 3:19: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam
apagados os vossos pecados”. O chamado central do Evangelho não é apenas para
alívio emocional, mas essencialmente para uma transformação real que começa no
arrependimento e se manifesta em uma nova vida. Diante disso, resta-nos
decidir: queremos um Jesus que valide tudo o que somos ou um Senhor que
transforme quem nós somos?
#ProvocaçõesTeológicas
